Moinhos de Vento
Seus espíritos assombravam os moinhos de vento,
Era a própria encarnação de valores e valentia,
Tudo conforme descrito os antigos livros,
De sabedoria que alguém os ensinou a ler.
"A sabedoria da palavra não é palavra de sabedoria..."
Diziam os doutos versados, em macumbas bíblicas.
Todos eram quixotes, tão pouco davam se ao luxo de questionar!
Seu próprio êxtase.
Eu a observar...coisas a saber,
Que só alguns escudeiros ousam, querer fazer.
E quando falam os cavaleiros, os quixotes...
Nós fiéis escudeiros, nada mais fazemos que calar.
E ao seus próprios olhos, eles entraram no reino dos Céus,
desafiando a gravidade.
E desde aqui seguimos adiante...
"Só para mim nasceu dom quixote e eu para ele:
Ele para praticar as ações e eu para escrevê-las.
Somos um só (...)"
Saavedra, Cervantes


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